Processo de Vendas

O que é LGPD?

LGPD é a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018), que regula no Brasil o tratamento de dados pessoais por empresas e órgãos públicos. Em vendas ela alcança quase tudo: cadastro de lead, gravação de reunião, transcrição, histórico de WhatsApp e enriquecimento de base — todos são dados pessoais sob a lei.

O que é a LGPD?

É a lei brasileira que estabelece regras para o tratamento de dados pessoais. Ela define o que conta como dado pessoal, quais fundamentos legais autorizam usá-lo, quais direitos o titular tem e quais deveres recaem sobre quem trata.

Uma observação antes de tudo: este verbete é informativo e não substitui orientação jurídica. Aplicação da lei depende do caso concreto, e decisões sobre conformidade devem passar pelo jurídico da sua empresa.

Por que ela alcança tanto a operação comercial?

Porque vendas é uma atividade que funciona coletando informação sobre pessoas. Nome, cargo, telefone, e-mail, o que a pessoa disse numa reunião, quando ela abriu a proposta — tudo isso é dado pessoal, e quase nada num CRM está fora do alcance da lei.

O engano frequente é achar que B2B não conta. O cliente é a empresa, mas quem preenche o formulário, atende a ligação e aparece na gravação é uma pessoa física — e é dela que a lei trata.

Quais são as obrigações que mais aparecem em vendas?

Quatro, na prática. Ter base legal para cada uso, o que quase nunca é consentimento em prospecção B2B e quase sempre exige legítimo interesse bem justificado. Ser transparente sobre o que se coleta e para quê. Reter o mínimo e pelo tempo necessário. E conseguir atender o titular quando ele pedir acesso, correção ou exclusão.

A última é a que mais pega empresas despreparadas: o pedido chega, e ninguém sabe em quantos sistemas aquele dado está.

Qual é o papel do Closerfy nisso?

O de operador. A empresa cliente é quem decide gravar, quem informa os participantes e quem define a finalidade — ou seja, é a controladora. O Closerfy trata os dados coletados em nome dela.

Isso significa que o consentimento e o aviso aos participantes são responsabilidade de quem grava, e nenhuma ferramenta assume esse dever por você. O que a plataforma faz é reduzir a exposição pelo lado dela: criptografia em trânsito, controle de acesso e retenção mínima — o áudio bruto das reuniões não é mantido, permanecendo o texto e a análise. Detalhes na página de segurança do Closerfy.

Perguntas frequentes sobre LGPD

Não proíbe, mas exige base legal e transparência. Prospecção B2B costuma ser apoiada em legítimo interesse, o que não é um passe livre: exige que a expectativa do titular seja razoável, que o uso seja proporcional e que ele consiga se opor com facilidade. Comprar lista sem origem conhecida é a prática que mais expõe a empresa, porque não há como demonstrar de onde o dado veio.

O CNPJ e a razão social, não. Mas o nome, o e-mail corporativo nominal, o cargo e o telefone de uma pessoa que trabalha nela são dados pessoais, mesmo em contexto B2B. É um erro comum supor que vender para empresa tira a operação do alcance da lei — na prática quase todo CRM comercial é um banco de dados pessoais.

As duas, em papéis distintos. Quem decide por que e como tratar os dados é o controlador, normalmente a empresa que vende. Quem trata os dados em nome dela é o operador, que costuma ser a ferramenta contratada. Obrigações como informar o titular e obter a base legal correta são do controlador, e nenhum fornecedor assume isso por você.

Veja esses conceitos aplicados às suas reuniões

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